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16 julho, 2012
30 maio, 2012
AMOR DEMAIS
Roberto
estava absorto em seus pensamentos quando viu Marco, em um bar, do outro lado
da rua.
Resolveu
ir ter com o amigo.
- Marco?
- Roberto?!
Ô, rapaz, finalmente alguém pr’eu conversar! Senta aí, amigo.
- O que
aconteceu?
- Nem
te conto... ‘Tou completamente apaixonado... Pela Rosa.
Roberto
parecia não saber o que deveria dizer, então, a primeira reação foi levantar a mão
e pedir duas doses ao garçom.
Depois,
sentenciou:
- É,
rapaz, coisas do coração... – tentou dar alguma profundidade a essa frase.
- O
pior é qu’eu penso nela todo instante!! E o nome dela parece um sino badalando
na minha cabeça: “Bianca, Bianca, Bianca...”
- Ô,
mas não era “Rosa”? – perguntou confuso.
- Quê?!
‘Tá louco, homem?! Bianca é a mulher da minha vida!
- Hum. –
Roberto já não sabia o que dizer.
- Sei
não, mas... Acredito que fomos feitos um para o outro!
- Hum.
- Quando
eu vi a Natália a primeira vez.
- Mas. –
interrompeu – E a Bianca?!
- ‘Cê ‘tá
prestando atenção em alguma coisa qu’eu ‘tou dizendo?! ‘Tou falando de amor à
primeira vista, meu caro! Ah, Natália! – suspirou.
- Hum. –
Roberto se perguntava se aquela conversa ‘tava mesmo acontecendo.
O
garçom ainda nem tinha trazido sua bebida e ele achava que já deveria parar.
- E
você, já amou alguém de verdade, Roberto?
-
Bem...
Mas
Roberto foi interrompido pelo garçom, “Licença, as bebidas”.
Marco
agarrou seu copo.
- Vamos
brindar ao amor, meu querido amigo! – ergueu seu copo. - E às mulheres de
nossas vidas. À minha Berenice! E à sua...?
-
Peraí, Marco! – protestou Roberto com seu copo erguido. - Isso é alguma
brincadeira? – perguntou sem esconder a irritação.
- O
que, rapaz?! ‘Cê não tem a quem brindar? Desculpe a minha insensibilidade. É
que o amor me deixa assim... Sentimental demais. E só quero falar nela: “Ruth
isso; Ruth aquilo; Ruth-não-sei-oquê!”
Roberto
olhava para Marco, completamente abobalhado.
Ficou por
um tempo observando o amigo para ver se em algum momento cairia na risada e
faria algum gracejo indicando a grande piada.
A
risada veio. Para o bem da verdade, foi uma boa e ressonante gargalhada.
- O
amigo me perdoe, mas ‘cabei de lembrar de uma situação muito engraçada com minha
amada! Estávamos, Maria Sofia e eu, passeando pelo parque, quando.
Mas
Roberto não prestava mais atenção. Viu que dali não viria nenhuma pilhéria. E
percebeu que, ao citar o nome de cada mulher, os olhos de Marco brilhavam. Depois
se censurou por querer encontrar lógica naquele insólito diálogo. E pensou: “Brilham
também, os olhos dos bêbados e dos loucos!”
E foi tirado
do seu devaneio com a gargalhada – ainda mais alta – de Marco.
- Não
foi engraçado? – perguntou naquele tom dos que esperam uma resposta positiva.
- Sim,
sim... – respondeu e ensaiou um meio-sorriso.
- O
amor... Ai, ai, o amor...
E lá
estava ele com o tal brilho no olhar.
-
Verdade. – disse, sem nenhuma ideia do que concordava.
- Isso
mesmo.
Roberto
estava armando a deixa para encerrar aquele encontro, quando Marco engatou:
-
Quando conhecer Adriana, vai entender porque só falo nela!
Não
aguentando mais tanto absurdo, Roberto levantou-se e foi ao ponto:
-
Marco, sinto muito, mas tenho compromisso. Preciso ir.
-
Claro, claro! Eu também preciso ir, vou à joalheria. Comprarei uma aliança e
amanhã mesmo, peço Letícia em casamento.
Roberto
só esboçou um sorriso.
- Que
bom. – foi o máximo que conseguiu dizer.
-
Boníssimo! Bo-níssimo!
Marco de
um forte abraço em Roberto.
-
Sempre muito bom conversar com você!
Gritou ao
garçom “coloca na conta” e saiu todo sorridente e sussurrando “ai, o amor!”
Roberto
ficou ali parado vendo o amigo ir embora. Refletiu sobre toda a loucura que
vivenciou há pouco...
Sorriu
e disse para si: “Esse daí, ama demais!”
18 novembro, 2011
18 janeiro, 2011
NINFO
Caro Doutor Moura,
Estou escrevendo para pedir-lhe ajuda. Pois estou casada com uma máquina de fazer sexo!
O meu marido, Leocádio, independentemente do que eu esteja fazendo: passando roupa, lavando louça, dormindo, etc., vive fazendo sexo comigo! Não me dá um descanso.
Eu até gosto, é verdade, mas isso está acabando com as minhas forças. Não consigo fazer mais nada.
Portanto, eu quero saber se existe algumagajkdh aoIHDo i óihd ohhhh aaaahhhh rrraaa khdhaoih uaygc oah iodyhv sd aaaaaaiiiiiiiiiiii ôôôôôÔôÔ uuuuuuuu rrrrrrr gghghghghghg uouuuuuuuu
Estou escrevendo para pedir-lhe ajuda. Pois estou casada com uma máquina de fazer sexo!
O meu marido, Leocádio, independentemente do que eu esteja fazendo: passando roupa, lavando louça, dormindo, etc., vive fazendo sexo comigo! Não me dá um descanso.
Eu até gosto, é verdade, mas isso está acabando com as minhas forças. Não consigo fazer mais nada.
Portanto, eu quero saber se existe algumagajkdh aoIHDo i óihd ohhhh aaaahhhh rrraaa khdhaoih uaygc oah iodyhv sd aaaaaaiiiiiiiiiiii ôôôôôÔôÔ uuuuuuuu rrrrrrr gghghghghghg uouuuuuuuu
18 junho, 2010

Estava almoçando em um dia rotineiro, quando fui surpreendido pela conversa de duas moças (uma loira muito bonita e uma morena) que olhavam um outdoor, que continha uma declaração de amor:
Loira: - Esse cara dever ser muito apaixonado, mesmo!
Morena: - Ele, deve ser muito é besta!
Loira: - Ah, a intenção é ótima! Mas isso é coisa de Veado!
Vai entender!
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