Começar de novo
Desejar que se faça,
O que não conseguiu neste ano
Momento de reflexão, de promessas ou desejos
Passagem de ano
Que seja melhor que anteriores
O que será mesmo esse Ano Novo,
Apenas um símbolo de fim e início
Termina uma jornada e começa outra
Novas determinações, novos desejos
Ano novo, tempo de recomeçar?!
Não quero apenas, um ano novo,
Com desejo e tudo novo.
Quero contar os anos e perceber
Que nessa ilusão de tempo
Quero viver o momento
Só assim satisfarei todos os meus desejos
Noite virando dia
Que venha a virada do dia.
É nessa jornada da vida
Que as promessas se realizam
03 janeiro, 2010
Ano Novo
23 dezembro, 2009
15 dezembro, 2009
08 dezembro, 2009
PEDRA, PAPEL, TESOURA
03 dezembro, 2009
VERDADES INCONTESTÁVEIS
"... mulher sempre escolhe mal o marido... Mulher só escolhe bem o amante..."
"Viúva, Porém Honesta" - Nelson Rodrigues
.
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Esse Nelson é f#d@!!
18 novembro, 2009
HUMOR AFRO-DESCENDENTE
- Sabe por que o Hitler se suicidou?
- Não, por quê?
- Porque recebeu a conta de gás!
- Não, por quê?
- Porque recebeu a conta de gás!
16 novembro, 2009
QUANDO UM BURACO É A MELHOR COISA A SE TER POR PERTO!
Adando pela rua, avisto ao longe um amigo que há muito não o via. Ele está careca. Quando me aproximo dele, armo um sorriso no rosto - o maior que consigo -, abro os braços e lhe saúdo:
- Opa, rapaz!! Pelo qu'eu 'tou vendo, passou no vestibular, hein?! Parab...
Ele me interrope:
- Não, não passei. 'Tou com câncer.
- ...
Acho que completar a frase agora não ia fazer muito sentido, né?!
- Opa, rapaz!! Pelo qu'eu 'tou vendo, passou no vestibular, hein?! Parab...
Ele me interrope:
- Não, não passei. 'Tou com câncer.
- ...
Acho que completar a frase agora não ia fazer muito sentido, né?!
15 novembro, 2009
A Estréia
Qualquer coisa
Ultimamente a vida tem dado na minha cara.
Caras de pau, olham para minha cara lavada
querendo cravar suas cretinices em meus cravos.
Caras canalhas
Cultivam crises crescente diante
de suas caras metades.
Carência,esquisofrenia ou discalculia?
Minha cara cretina não basta para calar?
Caralho! Para quê?
Postado por: qual a duvida?
Hora: qualquer uma
Data real: hum... Caramba!!!!
Ultimamente a vida tem dado na minha cara.
Caras de pau, olham para minha cara lavada
querendo cravar suas cretinices em meus cravos.
Caras canalhas
Cultivam crises crescente diante
de suas caras metades.
Carência,esquisofrenia ou discalculia?
Minha cara cretina não basta para calar?
Caralho! Para quê?
Postado por: qual a duvida?
Hora: qualquer uma
Data real: hum... Caramba!!!!
02 novembro, 2009
Não existem vencedores
A tua imagem no espelho é a própria aspirando humanidade
A minha imagem refletida, a ironia buscando identidade
Duas imagens uma tentativa.
Dois sentimentos, um ferimento apenas?
Vidro e mármore em um duelo.
Cortantes maciças engasgaram as veias do ar.
A minha imagem refletida, a ironia buscando identidade
Duas imagens uma tentativa.
Dois sentimentos, um ferimento apenas?
Vidro e mármore em um duelo.
Cortantes maciças engasgaram as veias do ar.
Calar é...
As palavras no cubículo da razão
São mais vivas, mais doces, concisas, corretas...
Mas basta elas transporem o imaginário,
Ganharem o corpo
E os mecanismos vitais as derem a armadura do som,
Para elas tornarem-se frágeis, inócuas, marionetes...
Amar é ficar calado.
São mais vivas, mais doces, concisas, corretas...
Mas basta elas transporem o imaginário,
Ganharem o corpo
E os mecanismos vitais as derem a armadura do som,
Para elas tornarem-se frágeis, inócuas, marionetes...
Amar é ficar calado.
Perdão
Encontrei um corpo entre escombros e folhas
Com os olhos e bocas vendadas
O tempo se fazia presente
Aproximação parecia improvável
Mas o pavor se transformou
Em colar de falso ouro.
A imagem augusta e angelical
Era de um corpo cego e incompleto
Unido pelo passado
Os braços longe do corpo abraçavam
o futuro
As pernas retorcidas formavam
Um sinal cristão.
O silêncio e eternidade beijavam-se
Invejados pela dor.
Esperei que segundos imastigáveis,
Lágrimas trouxessem.
Veio um sorriso, leve e calmo
Que meu colar escondei de Deus
Corri buscando o presente
Uma espessa e única gota cai do céu havia perdoado mais uma vez.
Com os olhos e bocas vendadas
O tempo se fazia presente
Aproximação parecia improvável
Mas o pavor se transformou
Em colar de falso ouro.
A imagem augusta e angelical
Era de um corpo cego e incompleto
Unido pelo passado
Os braços longe do corpo abraçavam
o futuro
As pernas retorcidas formavam
Um sinal cristão.
O silêncio e eternidade beijavam-se
Invejados pela dor.
Esperei que segundos imastigáveis,
Lágrimas trouxessem.
Veio um sorriso, leve e calmo
Que meu colar escondei de Deus
Corri buscando o presente
Uma espessa e única gota cai do céu havia perdoado mais uma vez.
01 novembro, 2009
Santíssima Trindade
Um estrondo invade meu quarto
Através de uma ferida em minha janela,
Rabisca meus quadros,
Faz pouco caso das minhas fotografias,
Filosofa sobre os meus livros
E paira no incólume pingente
Que carinhosamente roubei.
Um zunido envolve minha cama,
Mantendo a distância
Comum ao pedantes.
Ficamos em um jogo sensorial
De contemplação
A inquietação e a inércia duelam
Naquela Celeuma psicodélica e dolorosa
Mas o relógio pára e
O instante recomeça.
Uma vereda surge na parede e
O zunido desaparece
Agora um arquejo utiliza meu corpo,
Confunde o meu tato,
Combina sabores em meu paladar e
Inutiliza meu olfato.
Totalmente fragmento, percebo:
Há centelhas em meus olhos e
Radares em meus ouvidos.
Meu instinto predador é ativado
(isso me incomoda)
Abro as janelas e as possibilidades...
Procuro a gênese dos acontecimentos, mas...
Não vejo gatos.
Não vejo carros.
Não vejo bêbados.
Até as estrelas fogem de meu instinto.
deus, o que me incomoda tanto?
(Dores de cabeça e um momento de Lucidez)
É o silêncio chorando
Por medo da solidão.
Através de uma ferida em minha janela,
Rabisca meus quadros,
Faz pouco caso das minhas fotografias,
Filosofa sobre os meus livros
E paira no incólume pingente
Que carinhosamente roubei.
Um zunido envolve minha cama,
Mantendo a distância
Comum ao pedantes.
Ficamos em um jogo sensorial
De contemplação
A inquietação e a inércia duelam
Naquela Celeuma psicodélica e dolorosa
Mas o relógio pára e
O instante recomeça.
Uma vereda surge na parede e
O zunido desaparece
Agora um arquejo utiliza meu corpo,
Confunde o meu tato,
Combina sabores em meu paladar e
Inutiliza meu olfato.
Totalmente fragmento, percebo:
Há centelhas em meus olhos e
Radares em meus ouvidos.
Meu instinto predador é ativado
(isso me incomoda)
Abro as janelas e as possibilidades...
Procuro a gênese dos acontecimentos, mas...
Não vejo gatos.
Não vejo carros.
Não vejo bêbados.
Até as estrelas fogem de meu instinto.
deus, o que me incomoda tanto?
(Dores de cabeça e um momento de Lucidez)
É o silêncio chorando
Por medo da solidão.
29 outubro, 2009
Patativa do Assaré
O prosador do povo
Faz da vida uma poesia
Ele tinha o Dom Divino
Prosava de tudo
Da natureza à democracia
Da discriminação à libertação
Falava do aqui e do agora
Mostrando que dá tristeza do sertão
Não sobresai e nem ganha
Do coração desse povão
Que traz alegria no coração
No nordeste de meu Deus
Se consagrou esse trio
Gonzagão no Baião
Pe. Cícero na religião
E Patativa na imaginação e na prosação
16 outubro, 2009
10 outubro, 2009
Vida política
Que Saco
O cara demora só por ser deputado
Olha onde o mundo foi parar
a pessoa que era pra servir
Hoje quer é se gabar,
Pelo que fez e o que ainda pode fazer
Ai eu pergunto do que ele quer se gabar
Se o seu dever é trabalhar
Pelo povo e para o povo
Enquanto existir gente assim
e a população não se tornar cidadão
O Brasil ainda vai ser uma esculhambação
O cara demora só por ser deputado
Olha onde o mundo foi parar
a pessoa que era pra servir
Hoje quer é se gabar,
Pelo que fez e o que ainda pode fazer
Ai eu pergunto do que ele quer se gabar
Se o seu dever é trabalhar
Pelo povo e para o povo
Enquanto existir gente assim
e a população não se tornar cidadão
O Brasil ainda vai ser uma esculhambação
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